Um dos lances que mais geraram polêmica no confronto entre Vitória e Cruzeiro, em jogo da 23ª rodada da Série A, foi o possível domínio de mão do meia Matheus Henrique no início da jogada que deu origem ao gol de empate por 2 a 2 da Raposa na reta final do jogo.
Os atletas reclamaram, e o VAR revisou o lance, mas o árbitro Marcelo de Lima Henrique confirmou o gol de Dinneno, para revolta do presidente rubro-negro, Fábio Mota
Após o apito final, Fábio Mota tomou a frente do auxiliar Estéphano Djian, que estava à frente do time por conta da suspensão do técnico Thiago Carpini, e teceu fortes críticas à arbitragem brasileira.
Em uma rara aparição, ele relembrou outro momentos polêmicos em jogos do Rubro-Negro neste Brasileiro e afirmou que os árbitros precisam se profissionalizar. “Eu não costumo fazer isso, nunca fiz como presidente do Vitória. Mas hoje, acho que passou de todos os limites. Acho que o que está acontecendo com a arbitragem brasileira, especificamente com o Vitória, é uma vergonha", afirmou o presidente.





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