Foi por meio de suas redes sociais que o presidente do Brasil afirmou que recusou a ajuda humanitária do governo Argentino, explicando que o "fraterno oferecimento" era "muito caro para o Brasil". A oferta foi de dez homens, chamados de "capacetes brancos”, que atuam em operações de socorro.
De acordo com o presidente, no momento que o governo da Argentina entrou em contato com o Itamaraty quando “as Forças Armadas, em coordenação com a Defesa Civil, já estavam prestando aquele tipo de assistência à população afetada, inclusive com o apoio de 3 helicópteros da Marinha”. "A avaliação foi de que a ajuda argentina não seria necessária naquele momento", justificou o presidente em rede social.
Bolsonaro no entanto afirmou que o país está aberto a ajuda e doações internacionais e deu alguns exemplos. “O Itamaraty aceitou doações da Agência de Cooperação do Japão (JICA): são barracas de acampamento, colchonetes, cobertores, lonas plásticas, galões plásticos e purificadores de água, que chegarão à Bahia por via aérea e/ou serão adquiridos no mercado brasileiro", pontuou.
O governador do Estado, Rui Costa (PT), já havia inclusive feito uma publicação no Twitter agradecendo o auxílio do país vizinho, sem saber da recusa. "Agradeço aos argentinos e peço ao Governo Federal celeridade na autorização para a missão estrangeira", publicou.





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