Os brasileiros têm até 2032 para substituir o antigo Registro Geral (RG) pela nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). O prazo foi estabelecido pelo Governo Federal por meio do Decreto nº 10.977/2022, que determina que, após essa data, o documento antigo deixará de ter validade.
Apesar do prazo estendido, a emissão da nova identidade já está disponível em todo o país e pode ser solicitada a qualquer momento. A primeira via é gratuita e deve ser feita nos órgãos estaduais de identificação civil e no Distrito Federal.
A principal mudança da CIN é a adoção do Cadastro de Pessoa Física (CPF) como número único de identificação. A medida busca unificar os registros dos cidadãos e aumentar a segurança, dificultando fraudes e duplicidade de documentos. Além da versão impressa, a carteira também está disponível em formato digital por meio do aplicativo Gov.br.
A validade da nova identidade varia de acordo com a idade do titular. Para crianças de até 12 anos incompletos, o documento é válido por cinco anos. Entre 12 e 60 anos incompletos, a renovação deve ser feita a cada dez anos. Já para pessoas com 60 anos ou mais, a validade é por tempo indeterminado.
Outra novidade é a possibilidade de integrar, na versão digital da CIN, dados de outros documentos oficiais, como Carteira Nacional de Habilitação (CNH), Carteira de Trabalho (CTPS), Título de Eleitor, PIS/Pasep, NIS, NIT, Certificado Militar e identidade funcional, desde que sejam apresentados durante a solicitação.
Para emitir a Carteira de Identidade Nacional, o cidadão deve apresentar uma certidão de nascimento ou de casamento atualizada. A expectativa do Governo Federal é que, futuramente, a CIN concentre as principais informações do cidadão em um único documento, tornando a identificação mais prática e segura.




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