A busca de Erling Braut Haaland pela artilharia da Copa do Mundo de 2026 é um grande ponto de atenção voltado para a seleção da Noruega. Além disso, a remada viking e uma possível revanche da Seleção Brasileira contra os noruegueses também são assuntos bastante comentados. Porém, a equipe nórdica também apresentou uma logística incomum: o transporte de centenas de quilos de peixes nativos do país para a competição.
Apesar de ser uma notícia estranha e parecer não ter sentido, ela faz parte de uma estratégia em busca da alta performance dos seus atletas, mostrando que o segredo do sucesso no Mundial também passa pelo paladar. De acordo com o chefe da equipe, em entrevista à AP News, mais de 580 quilos de alimentos foram transportados. Entre eles, 300 quilos de salmão e truta noruegueses, além de 100 quilos de alabote. A lista ainda inclui frutos do mar, como caranguejos e lagostins.
A equipe também transportou 180 quilos de queijo, divididos entre duas variedades: o tradicional queijo marrom norueguês e o Jarlsberg. Todos os alimentos foram enviados diretamente da Noruega à cidade de Greensboro, na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, onde os jogadores estão hospedados durante o Mundial. Além dos produtos nativos, seis mil laranjas utilizadas pela delegação foram compradas em solo americano.
Segundo Espeland, o transporte dos alimentos integra um planejamento nutricional rigoroso, cujo foco é a consistência. "Quando os atletas competem no mais alto nível, a consistência é importante. Os jogadores estão acostumados a certos produtos e sabores, e alimentos familiares contribuem tanto para a nutrição quanto para o bem-estar geral durante uma competição exigente", explicou.




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