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Camaçari

“O prazo venceu e o presidente não entregou o parecer à minha Comissão”, afirma vereador Jamessom sobre reajuste dos professores

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 Heriks Trabuco

Durante a sessão ordinária desta terça-feira (07/04), na Câmara Municipal de Camaçari, o Portal conversou com o vereador Jamessom (PL), presidente da Comissão de Finanças e Orçamento da Casa Legislativa, sobre o adiamento da votação do Projeto de Lei, de autoria do Poder Executivo, que trata do reajuste salarial dos professores da rede pública. O parlamentar afirmou que sua decisão depende de um estudo de impacto financeiro, cuja elaboração está sob responsabilidade da empresa de assessoria contábil que presta serviços à Câmara.

Na ocasião, Jamessom buscou tranquilizar a categoria em relação ao seu parecer. “Primeiro, quero dizer aos professores que fiquem tranquilos. Já conversei com muitos professores amigos no particular, alguns do sindicato, outros não, mas que fazem parte da categoria. Estou pautando minha decisão no que a categoria tem solicitado que é uma análise técnica, deixando de lado questões políticas. Já disse em plenário que não vou elaborar o relatório ouvindo nem lado A e nem lado B. Vou ouvir os professores e apresentar uma análise baseada no estudo de impacto financeiro”, afirmou.

Segundo o vereador, a Comissão solicitou à Procuradoria da Casa um parecer técnico sobre os impactos financeiros, documento que ainda não foi entregue. “Para que eu possa manter ou não o artigo 2º, que é o principal ponto de divergência entre os grupos políticos, tanto da oposição quanto da base governista. Existem gargalos: parte dos professores acredita que haverá perda de direitos, enquanto o sindicato afirma que não. Diante dessa divergência, pedi à Gradus, empresa especializada em contabilidade pública que presta serviço à Câmara, que apresentasse um relatório, para que eu tenha segurança na decisão e possa votar sem amarras políticas, considerando as consequências futuras para a categoria”, destacou.

O parlamentar também ressaltou que tem atuado com responsabilidade, independentemente de integrar a oposição ao governo municipal. “Se estiver tudo correto, apresentarei meu relatório mantendo o projeto como veio do Executivo. Caso a Gradus aponte inconsistências que possam prejudicar os professores, retirarei o artigo, apresentarei à Comissão e caberá aos vereadores votar em plenário. Cabe agora ao presidente da Câmara, Niltinho, cobrar da Gradus a entrega desse parecer o mais rápido possível. Na primeira reunião da semana passada, na terça-feira, solicitei que o documento fosse entregue em até 24 horas. O prazo venceu e o presidente não entregou o parecer a minha Comissão, acabou que atrasou o processo. É uma empresa que tem um nohall na gestão pública, em contabilidade e em contas públicas, então ela já deveria ter entregue esse parecer a Câmara”, concluiu.”, concluiu.

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