O debate sobre as questões ambientais na ONU retornou no início da década de 1980, quando foi indicada a primeira ministra da Noruega Gro Harlem Brundtland, para chefiar a Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, em 1983 para estudar o assunto.
A Comissão após uma avaliação dos 10 anos da Conferência de Estocolmo, produziu e apresentou em 1987, após três anos de audiências com líderes de governo, o documento denominado “Nosso Futuro Comum ou Relatório Brundtland”, propondo o desenvolvimento sustentável, como “aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade das gerações futuras atenderem às suas necessidades”.
O Relatório Brundtland ou Nosso Futuro Comum aponta para a incompatibilidade entre desenvolvimento sustentável e os padrões de produção e consumo, trazendo à tona mais uma vez a necessidade de uma nova relação “ser humano-meio ambiente”. Ao mesmo tempo, esse modelo não sugere a estagnação do crescimento econômico, mas sim essa conciliação com as questões ambientais e sociais.
Esse Relatório é anterior à Agenda 21, reafirmando uma visão crítica do modelo de desenvolvimento adotado pelos países industrializados, também adotado e reproduzido pelas nações em desenvolvimento, que ressaltam os riscos do uso excessivo dos recursos naturais sem considerar a capacidade de suporte dos ecossistemas.
O modelo de crescimento econômico gerou enormes desequilíbrios no mundo, tais como, a riqueza e fartura, em contraposição, a miséria, a degradação ambiental e a poluição que aumentam dia-a-dia, permitindo surgimento do conceito de desenvolvimento sustentável, objetivando conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação ambiental e, ainda, o fim da pobreza no mundo.
A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Cúpula da Terra de 1992 – Eco-92, no Rio de Janeiro, incorporou o conceito de desenvolvimento sustentável como um princípio, uma vez que busca o equilíbrio entre proteção ambiental e desenvolvimento econômico e serviu como base para a formulação da Agenda 21, com a qual mais de 170 países se comprometeram, por ocasião da Conferência.
Diante dessas premissas, a sustentabilidade é a capacidade de manter o meio ambiente viável, com a manutenção das condições de vida para o homem e para os seres vivos, garantindo qualidade de vida, a habitabilidade, a beleza do ambiente e sua função como fonte de energia renovável.
Assim, a sustentabilidade está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e material, sem agredir o meio ambiente, usando os recursos naturais de forma inteligente para não esgotar. Portanto, o conceito de sustentabilidade é relacionado com uma mentalidade, atitude ou estratégia ecologicamente correta, viável do ponto de vista econômico, socialmente justa e com uma diversificação cultural. A palavra sustentável tem origem no latim “sustentare”, que significa sustentar, apoiar, conservar (http://www.significados.com.br/sustentabilidade/).
A reunião Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, realizada em Joanesburgo, afirmou-se que o Desenvolvimento Sustentável é construído sobre “três pilares interdependentes e mutuamente sustentadores” — desenvolvimento econômico, desenvolvimento social e proteção ambiental.
Num esforço de compreensão e de síntese, a Cúpula Mundial do Desenvolvimento Sustentável, a Rio+10, conseguiu encontrar um caminho ao dizer que o Desenvolvimento Sustentável tem uma base formada por três pilares - o econômico, o social e o ambiental (triple-bottom line) - e um objetivo fundamental que é a erradicação da pobreza.
Esse paradigma reconhece a complexidade e o inter-relacionamento de questões críticas como pobreza, desperdício, degradação ambiental, decadência urbana, crescimento populacional, igualdade de gêneros, saúde, conflito e violência aos direitos humanos.
A sustentabilidade tem como diferentes bases as dimensões: social, a econômica, ecológica, cultural, ambiental, territorial, a de política nacional e a de política internacional.
A reciclagem de materiais; coleta seletiva de lixo; tratamento de esgotos; descarte adequado de equipamentos eletrônicos, de baterias de celulares; uso de energia alternativa, uso racional de recursos naturais; combate o desmatamento ilegal, combate à ocupação irregular de APP; criação de áreas verdes; manutenção e preservação de ecossistemas; pesca controlada; extração de recursos naturais sem causar impactos, entre outros são sugestões para o desenvolvimento sustentável (www.suapesquisa.com/ecologiasaude/desenvolvimento_sustentavel.htm), por conseguinte, as cidades que adotam práticas dessa natureza são consideradas cidades sustentáveis.
O debate sobre as questões ambientais na ONU retornou no início da década de 1980, quando foi indicada a primeira ministra da Noruega Gro Harlem Brundtland, para chefiar a Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, em 1983 para estudar o assunto.
A Comissão após uma avaliação dos 10 anos da Conferência de Estocolmo, produziu e apresentou em 1987, após três anos de audiências com líderes de governo, o documento denominado “Nosso Futuro Comum ou Relatório Brundtland”, propondo o desenvolvimento sustentável, como “aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade das gerações futuras atenderem às suas necessidades”.
O Relatório Brundtland ou Nosso Futuro Comum aponta para a incompatibilidade entre desenvolvimento sustentável e os padrões de produção e consumo, trazendo à tona mais uma vez a necessidade de uma nova relação “ser humano-meio ambiente”. Ao mesmo tempo, esse modelo não sugere a estagnação do crescimento econômico, mas sim essa conciliação com as questões ambientais e sociais.
Esse Relatório é anterior à Agenda 21, reafirmando uma visão crítica do modelo de desenvolvimento adotado pelos países industrializados, também adotado e reproduzido pelas nações em desenvolvimento, que ressaltam os riscos do uso excessivo dos recursos naturais sem considerar a capacidade de suporte dos ecossistemas.
O modelo de crescimento econômico gerou enormes desequilíbrios no mundo, tais como, a riqueza e fartura, em contraposição, a miséria, a degradação ambiental e a poluição que aumentam dia-a-dia, permitindo surgimento do conceito de desenvolvimento sustentável, objetivando conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação ambiental e, ainda, o fim da pobreza no mundo.
A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Cúpula da Terra de 1992 – Eco-92, no Rio de Janeiro, incorporou o conceito de desenvolvimento sustentável como um princípio, uma vez que busca o equilíbrio entre proteção ambiental e desenvolvimento econômico e serviu como base para a formulação da Agenda 21, com a qual mais de 170 países se comprometeram, por ocasião da Conferência.
Diante dessas premissas, a sustentabilidade é a capacidade de manter o meio ambiente viável, com a manutenção das condições de vida para o homem e para os seres vivos, garantindo qualidade de vida, a habitabilidade, a beleza do ambiente e sua função como fonte de energia renovável.
Assim, a sustentabilidade está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e material, sem agredir o meio ambiente, usando os recursos naturais de forma inteligente para não esgotar. Portanto, o conceito de sustentabilidade é relacionado com uma mentalidade, atitude ou estratégia ecologicamente correta, viável do ponto de vista econômico, socialmente justa e com uma diversificação cultural. A palavra sustentável tem origem no latim “sustentare”, que significa sustentar, apoiar, conservar (http://www.significados.com.br/sustentabilidade/).
A reunião Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, realizada em Joanesburgo, afirmou-se que o Desenvolvimento Sustentável é construído sobre “três pilares interdependentes e mutuamente sustentadores” — desenvolvimento econômico, desenvolvimento social e proteção ambiental.
Num esforço de compreensão e de síntese, a Cúpula Mundial do Desenvolvimento Sustentável, a Rio+10, conseguiu encontrar um caminho ao dizer que o Desenvolvimento Sustentável tem uma base formada por três pilares - o econômico, o social e o ambiental (triple-bottom line) - e um objetivo fundamental que é a erradicação da pobreza.
Esse paradigma reconhece a complexidade e o inter-relacionamento de questões críticas como pobreza, desperdício, degradação ambiental, decadência urbana, crescimento populacional, igualdade de gêneros, saúde, conflito e violência aos direitos humanos.
A sustentabilidade tem como diferentes bases as dimensões: social, a econômica, ecológica, cultural, ambiental, territorial, a de política nacional e a de política internacional.
A reciclagem de materiais; coleta seletiva de lixo; tratamento de esgotos; descarte adequado de equipamentos eletrônicos, de baterias de celulares; uso de energia alternativa, uso racional de recursos naturais; combate o desmatamento ilegal, combate à ocupação irregular de APP; criação de áreas verdes; manutenção e preservação de ecossistemas; pesca controlada; extração de recursos naturais sem causar impactos, entre outros são sugestões para o desenvolvimento sustentável (www.suapesquisa.com/ecologiasaude/desenvolvimento_sustentavel.htm), por conseguinte, as cidades que adotam práticas dessa natureza são consideradas cidades sustentáveis





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