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Professores da rede municipal realizaram uma assembléia na tarde desta quarta-feira (8), no Colégio Marquês de Abrantes, em Vila de Abrantes, para discutir as questões relacionadas ao ano de 2013, 2014 e 2015, que não foram cumpridas pelo governo. Uma assembleia também foi realizada na manhã de hoje na sede.
Se o governo está em crise politica que resolva. Ele não dar resposta, precisamos avançar e partir para uma posição de enfrentamento e resolver as pendencias, disse o professor Jorge.
A professora da rede municipal, Gisele Carina, salientou que até o momento foram alguns professores enquadrados e outros indeferidos. “Nós não temos um prazo do governo para esses processos indeferidos. Temos um aumento de R$ 2,41 que acrescentaria aos R$ 10,61 e completaria o Piso Nacional de Educação. Demos um prazo até 21 de junho e não tivemos respostas, além disso, temos também a redução da carga horária para 30 horas que está na lei”, pontuou a professora.
“Nos não estamos chegando a um acordo. Existe uma mesa permanente em negociação, é isso que queremos, negociar. Nós não queremos greve. Só a categoria unida pode resolver isso, e para decidir qualquer posicionamento teremos que estar unidos e juntos com o sindicato tomar decisões. Não aceitamos chegar em 2016 com essas




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