Após dois anos suspensa, em função da pandemia da Covid-19, a 10ª edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica) começou nessa quinta-feira (03), no Recôncavo Baiano. Enaltecendo a diversidade de estilos e perspectivas na literatura e arte brasileiras, a mesa de abertura reuniu expoentes da literatura e música contemporâneas, como o rapper MV Bill e as escritoras Cidinha da Silva e Auritha Tabajara. O evento segue até domingo (06).
Na solenidade, a secretária de cultura do estado, Arany Santana, falou sobre o tema deste ano: 'Liberdade, Literatura e Brasis', e da centralidade das manifestações populares e dos povos negros e originários nessa narrativa.
"Essa temática foi pensada exatamente para tal protagonismo: às manifestações populares, ao povo que constitui esse país, aos povos originários, indígenas e negros. Para nós da cultura, é muito importante a Flica ser retomada após dois anos de pandemia, pois é um grande encontro com muita aglomeração, com os estudantes participando, com o protagonismo da juventude. A Flica chegou na hora certa e é nessa terra, com esse povo, que há 200 anos luta por liberdade! Então só podia se aqui, em Cachoeira", refletiu a gestora.
Na cerimônia estiveram presentes ainda os secretários, Danilo Melo (Educação), Maurício Bacelar (Turismo), Fabya Reis (Sepromi) e Julieta Palmeira (Políticas para as Mulheres). O diretor da Fundação Pedro Calmon, Zulu Araújo, e a diretora da Fundação Hansen Bahia, Vanessa Dantas, também marcaram presença na abertura.





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