Entre no
nosso grupo!
WhatsApp
  RSS
  Whatsapp
Traduzir:

Salvador

ACM Neto apresenta Plano de Governo de 200 páginas e cita Camaçari ao falar sobre desemprego com a saída da Ford

Compartilhar com UTM
Link copiado! Agora você pode colar o link com UTM no seu Instagram.

Nas presenças de autoridades políticas, aliados, militantes, sociedade civil e profissionais da imprensa, o candidato a governador da Bahia pelo UNIÃO Brasil, ACM Neto, apresentou o seu Plano de Governo, em evento realizado nesta segunda-feira (29/08), no Centro de Convenções, em Salvador. Liderados pelo prefeito Elinaldo Araújo, vereadores e secretários municipais  de Camaçari marcaram presença no evento.

Com o Plano de Governo em mãos, ACM Neto abriu seu discurso explicando o que o documento de 200 páginas representa para seu grupo político. “Ele não vai esgotar tudo o que uma gestão vai fazer, mas ele é um farol, um norte, um guia. Vai servir, para de maneira transparente, as pessoas conhecerem quais são as nossas prioridades, as nossas ideias, e quais serão os caminhos da Bahia vai seguir, caso tenhamos a oportunidade de ganhar as eleições em outubro deste ano. Ele não esgota tudo porque depois que uma gestão se inicia novos desafios se impõem, entretanto essa é a nossa base, este é o nosso ponto de partida”.  

Ao questionar os presentes sobre qual a Bahia que eles queriam, a da continuidade ou da mudança, ACM Neto criticou a gestão da Secretaria Estadual da Educação, pasta que era gerida pelo candidato a governador pelo PT, Jerônimo Rodrigues. “Depois de 16 anos desse grupo que governa a Bahia no poder, nós temos a pior educação do país, a pior nota do IDEB de todas as redes estaduais de educação é a nota da Bahia, e sempre que são defrontados com isso a resposta é ‘não é comigo não, é um problema nacional, um problema dos municípios, um problema dos prefeitos’. Eu acho que é um problema do governador, e caso eu tenha a oportunidade de ser eleito, será um problema meu”.

A fila da regulação estadual foi outro ponto abordado por ACM Neto, onde ele pontuou que “efetivamente ela se tornou hoje uma escolha de quem vai viver e quem vai morrer”, e que também funcionava através do chamado "QI", ou melhor, quem indica. “Os amigos do governador, os políticos ligados ao governo do estado conseguem uma vaga em hospitais, conseguem um tratamento médico. Mas se não for amigo se prepare para passar meses até conseguir acessar um hospital da Bahia”.

Além de mencionar números negativos relacionados ao desemprego e a pobreza, ACM Neto afirmou que sua missão é fazer o melhor governo estadual do Brasil e para isso vai focar no que é essencial, ou seja, saúde, educação, segurança e emprego. “O governador a partir de 1º de janeiro vai ter que estar menos preocupado em colocar o nome dele na placa de inauguração de uma obra, e mais preocupado em enfrentar os problemas essenciais vividos hoje na Bahia, nas quatro áreas principais que mais dizem respeito na vida das pessoas. O nosso compromisso é fazer um governo presente nos 417 municípios da estado, nós não vamos fazer distinção se a cidade é pequena, média ou grande. Queremos criar instrumentos para fazer o governo chegar em todas as regiões”, garantiu ao citar o chamado G100, onde fazem parte os 100 municípios mais pobres do estado e que terão um olhar diferenciado na sua gestão.

Ao exaltar que na sua visão a melhor política social é a da geração de emprego, ACM Neto citou Camaçari. “Comigo não aconteceria jamais, como também não aconteceria com o governo meu avô se ele tivesse vivo, a Ford fechar as portas e sair de Camaçari do jeito que saiu. Então o papel do governador é insubstituível, caberá ao governador buscar os empregos, buscar os investimentos, rodar o Brasil, ir para fora, mobilizar os empresários. Para a Bahia ser o estado das oportunidades, nós vamos ter que focar em cada setor econômico, compreendendo os seus desafios e chamado as forças produtivas para o nosso lado”.

 

ACM Neto encerrou a apresentação do Plano falando da segurança pública, ressaltando que as pessoas não podem se acostumar com a violência a partir do discurso que é “um problema em todo o país”. “A Bahia vai ter comando na segurança pública. Vamos combater o crime de cima para baixo, vamos focar nas cabeças das facções criminosas, de quem comanda o crime organizado, e para isso é claro, teremos todo um aparato, principalmente de inteligência, porque você tem os crimes que são comandados a partir de dentro do presídio, e os que são comandados de fora do presídio, inclusive com o braço em lavagem de dinheiro, em negócios que servem apenas de faixada, e tudo isso será observado”, mencionou.

 

Fotos relacionadas

Mais em Salvador

Notificação de Nova Postagem
Imagem