Semu realiza roda de conversa com mulheres e mães de filhos com deficiência

Foto: Arquivo Semu

 Foto: Arquivo Semu

Na manhã desta terça-feira (31/5), a Secretaria da Mulher (Semu), promoveu uma roda de conversa com mulheres e mães de filhos com deficiência. O encontro foi realizado no auditório da sede da pasta, e teve como objetivo criar uma rede de apoio para esta parcela da população, garantindo direitos e oferecendo visibilidade à causa.

Ainda em alusão ao Dia das Mães, celebrado em 8 de maio, temas como autoestima e empoderamento foram discutidos durante a atividade. A gestora da Semu, Fafá de Senhorinho, disse que a ideia inicial do primeiro encontro é realizar o acolhimento, em busca de empoderar e criar políticas públicas, além de multiplicadoras da causa. “É preciso criar e articular políticas públicas, acompanhamento e assistência social, jurídica e psicológica para este público. São muitos os desafios enfrentados por essas mulheres, elas não estão sozinhas”, declarou.

A psicóloga e palestrante, Camila Campos, ao longo da sua apresentação, reforçou a importância de falar sobre a autoestima. “A valorização da mulher, autoestima e direitos femininos, são de extrema importância, ao mesmo tempo em que ela se cuida, se exercita, ela também está resgatando e buscando a qualidade de vida, é preciso ter um tempo para si mesma”, declarou.

A vice-presidente da União das Pessoas com Deficiência de Camaçari (Udec), Suely de Fátima Souza, pontuou que os temas abordados são de grande relevância para o empoderamento dessas mulheres, transformando cada uma delas em multiplicadoras. “O empoderamento da mulher e mães de deficientes deve ser tratado com empatia, temos que nos colocar no lugar do outro, devemos dar as mãos a essa causa, além disso, devemos romper o ciclo de exclusão e violência dessas mulheres”, disse.

Além dela, uma das integrantes da Udec, também presente, Thelma Nascimento, acredita que todas as mulheres devem participar de iniciativas como essa e compartilharem as experiências e aprendizados aprendidos, auxiliando outras mulheres a encontrar meios de enfrentar as dificuldades. “Não é fácil ser cadeirante, mulher e negra. O capacitismo é algo que enfrentamos todos os dias. Eu defendo essas mulheres e sempre serei uma multiplicadora dessa importante ação”, reforçou.

 

Agência de Notícias

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