O Portal vem recebendo diversas mensagens em relação as obras da Praça da Matriz, em Vila de Abrantes, que estão paradas e buscou uma resposta com o prefeito Elinaldo Araújo, que visitou na última sexta-feira (24/09), o colégio estadual do distrito, junto com o governador da Bahia, Rui Costa. Questionado sobre o assunto, o chefe do executivo justificou que foi preciso “reestruturar”.
“Gosto de trabalhar com a verdade, por isso quero falar para as pessoas que foi preciso reestruturar e começamos pela saúde. Requalificamos o CAPS, o PA, a UBS em frente à Delegacia, os postos de saúde da Fonte da Caixa e do Buris de Abrantes, requalificamos várias áreas, limpamos os canais, é claro que as pessoas têm que cobrar cada dia mais, mas a gestão tem prazo e tem que escolher por onde começar. Estamos fazendo a nossa parte”, explicou o gestor que deu ainda como exemplo a obra da maternidade que está atrasada. “Não é culpa do governo do estado, o problema é contratual. Com a pandemia subiu o valor do aço, do cimento, e ficou inviável para as empresas fazerem as obras, e a Praça da Matriz a população fez algumas reivindicações, eu dei um passo atrás, para a obra ficar com eles pediram. Estamos reequilibrando o contrato e atualizando a questão orçamentaria para não ter nenhum problema para o município”, pontuou.
O Portal também buscou uma resposta também da Secretaria da Infraestrutura (Seinfra), que por meio da Assessoria de Comunicação esclareceu que “continua em tratativa com o Ministério Público da Bahia (MP-BA) e demais órgãos estaduais, referente às análises do projeto de requalificação da Praça da Matriz de Vila de Abrantes" e que por esse motivo "as intervenções permanecem suspensas e somente após as definições de ajuste de projeto e apresentação do mesmo ao Banco de Desenvolvimento da América Latina, conhecido como CAF, é que a obra poderá ser retomada”.
Sobre as reivindicações feitas pelos moradores da localidade, citadas na fala do prefeito Elinaldo, tratam da remoção do projeto de um quiosque germinado e das coberturas que seriam instaladas posteriormente no anfiteatro e na quadra poliesportiva. “Reiteramos que a gestão só pode iniciar novamente a execução dos serviços, com a conclusão de todas as discussões, contemplando as solicitações dos munícipes e ciência do banco”, diz o texto.




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