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Camaçari

Minifórum reúne rede de proteção à criança e ao adolescente nesta segunda (20/9)

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 Foto: Arquivo/Josué Silva

O Grupo de Trabalho Coordenador (GTC) da 7ª Edição do Programa Prefeito Amigo da Criança (PPAC) realizou minifórum com a rede de proteção à criança e ao adolescente de Camaçari nesta segunda-feira (20/9), no auditório da Secretaria de Governo (Segov). O evento transcorreu em duas etapas, subsidiado em temas transversais ao Plano Municipal para a Infância e Adolescência (PMIA). A atividade cumpre cronograma orientado pela Fundação da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Fundação Abrinq), entidade sem fins lucrativos dedicada à defesa dos direitos de crianças e adolescentes.

Para Janete Ferreira, articuladora da 7ª edição do PPAC, coordenadora do grupo de trabalho do PMIA, e assessora especial da Secretaria de Relações Institucionais (Serin), a ideia foi mudar o formato e dinamizar o encontro da rede, agregando discussões temáticas a um trabalho prático, voltado à qualificação na elaboração de projetos. “Se der tempo aqui hoje a gente já finaliza agenda para começar as oficinas nas escolas”, disse Janete ao lembrar que as oficinas estão previstas para acontecer toda quarta feira, de outubro a dezembro deste ano. Crianças entre 7 e 11 anos serão o foco das atividades, organizadas segundo cronograma de aulas estabelecido pela Secretaria da Educação (Seduc).

Após a abertura do encontro, a Programação Neurolinguística (PNL) iniciou as reflexões do dia. O educador André Anjos ponderou que muitas vezes a maneira como nós aprendemos é a maneira pela qual queremos ensinar, postura que deve ser evitada na perspectiva desse sistema de conhecimento.  “Compreender qual a metodologia mais adequada à criança e qual o seu canal representacional de comunicação preferencial, seja ele auditivo, visual ou cinestésico, isso vai acelerar de modo exponencial o aprendizado dessa criança”, explicou.

A PNL pode ser aplicada de diversas formas, segundo a professora Mariana Amaral. “Tratar a autoestima, a questão do autoconhecimento que é algo que não encontramos nas escolas. Começar a se perceber enquanto ser humano, quais suas crenças, valores. E isso na infância é ainda melhor, porque as experiências ainda estão se consolidando, até pra quando chegar na vida adulta saber o que fazer”, esclareceu.

Durante a manhã ainda foram tratados temas como o PMIA e sua funcionalidade, a interação entre as redes pública e privada de ensino para o desenvolvimento da sociedade, além do papel e importância do psicólogo e do assistente social na gestão pública. A tarde foi exclusivamente dedicada à qualificação dos membros da rede na elaboração de projetos, distribuídos em subgrupos.


 

Por: Agencia de Notícias

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