Vereadores comentam denúncias sobre descarte ilegal de entulho na Costa de Camaçari

 

Quem mora ou frequenta constantemente a Costa de Camaçari, presencia principalmente em terrenos baldios e nas duras, o descarte ilegal de entulho de obras de casas e condomínios do entorno. Esse tipo de crime ambiental tem sido denunciado frequentemente por internautas ao Portal, que foi buscar uma posição da Casa Legislativa.

Na opinião do presidente da Câmara, o vereador Jorge Curvelo, a Câmara vai tomar providências imediatas em relação ao problema, que na opinião dele é antigo. “Já ouvimos o presidente da Comissão de Meio Ambiente, o vereador Vaninho que está imbuído em analisar e melhorar a lei, para que possa penalizar mais. O governo tem feito um esforço terrível para melhorar essas condições, mas Camaçari nunca esteve tão limpa quanto está agora. Nos doe quando chegamos em determinado lugar, limpamos e a própria população vai lá e suja novamente. O povo precisa ter consciência”, pontuou.

Uma força tarefa será reunida para resolver inicialmente o problema, com a participação efetiva da Comissão responsável pelo tema. “Vamos nos aliar a Defesa Civil, ao secretário Mansur e vamos ver medidas cabíveis para que possamos um tanto em breve sanar esse problema e dar uma resposta a população. Mas volto a repetir, é preciso da ajuda de todos”, disse o presidente.

Segundo Zé do Pão, líder do governo na Casa, apesar da existência de uma lei municipal que multa quem pratica esse crime após reincidência, é preciso uma campanha educativa. “Eu vejo o prefeito preocupado com essa situação, é preciso um processo educativo, para que não joguem na rua e procurem os órgãos responsáveis. A Câmara agora tem que fazer um projeto para que a gente possa levar para a sociedade educação, mostrando que não é dessa forma que tem que ser feito, pois recebemos denúncias, comunicamos ao secretário, retiramos o entulho e lixo e no outro dia está lá de novo”, ressaltou.

Ainda segundo o vereador, além da campanha educativa, alterar a Lei é uma outra alternativa. “É preciso também que uma emenda seja colocada na lei, para que se cumpra o que ela diz”, finalizou o edis.

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