Imagens de câmeras de segurança mostram momentos antes do policial militar Diogo Gama Alves Motta morrer ao furar uma blitz do Exército na Baixada Fluminense, na rua, em Belford Roxo, às 4h46 de quinta-feira (14). Logo em seguida, um carro se aproxima e o grupo vai para a calçada, atrás de outro carro, estacionado. Nessa hora, a rua fica vazia e não é possível ver qualquer sinalização.
Um minuto depois, é a vez de Diogo passar pela blitz, mas o PM não para no ponto de bloqueio. Os militares só voltam para a pista depois que Diogo vai embora e, às 4h51, os soldados começam a se deslocar na direção que policial foi.
De acordo com publicação no site do G1, os próprios parentes do policial conseguiram as imagens. O Comando Conjunto disse que o grupo atirou porque Diogo furou dois bloqueios e disparou contra os militares. Nas imagens, não dá pra ver quando os tiros começaram e nem a segunda barreira do Exército.
Fontes da polícia disseram que 31 militares participavam da ação. Todos usavam capacetes, coletes à prova de bala e fardas do Exército. No local da blitz, havia três viaturas.
Ainda segundo contes da polícia, um militar, mais à frente, pedia que os motoristas para que eles reduzissem a velocidade. Segundo essas fontes, Diogo Motta disparou cerca de dez tiros contra a tropa.
A família acredita que o PM confundiu a tropa com bandidos. “Ele jamais reagiria a uma blitz do Exército. Quem vai fazer isso? Como é que ele vai atirar num carro do Exército, ele sendo PM?”, disse o tio do policial, Francisco Assis.


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