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Segundo trimestre tem alta na venda de imóveis

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Mais de 4 mil unidades. Esse é o número de imóveis vendidos na Bahia entre janeiro e julho desse ano, sendo que o segundo trimestre do ano (abr-jun) concentra o maior número de vendas. Os dados são indicados pela Pesquisa Imobiliária da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA), apresentada em coletiva de imprensa na manhã desta terça-feira (16).

Imóveis de dois quartos lideram o índice de unidades vendidas como também de unidades lançadas e disponíveis no estado. O montante dos últimos dez anos representa 69%, seguido por três quartos: 20%. Em Salvador, os bairros Imbuí, Piatã, Patamares, Jardim Armação e Caminho das Árvores são os que mais venderam imóveis residenciais.

Verifica-se ainda uma redução na disponibilidade de imóveis e uma expansão do mercado imobiliário para o interior baiano em cidades como Feira de Santana, Camaçari, Alagoinhas, Cruz das Almas, Jequié, Jacobina, Mata de São João e Esplanada. No interior, a procura segue por imóveis econômicos com dois quartos. O percentual é de 100%.

O resultado traduz o incentivo da Ademi para alavancar a comercialização. Entre as realizações, destacam-se a Semana M², realizada de maio a junho e o lançamento em setembro do Portal M² Bahia, voltado para comercialização de imóveis novos. Em novembro acontece o Salão Imobiliário e, em dezembro, a Convenção Anual da Ademi, que chega com o tema disrupção, para discutir inovações no segmento.

Nesse contexto, o mercado segue buscando estabilidade política, econômica e segurança jurídica. Algumas conquistas já podem ser observadas como o novo Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU), a nova Lei do Ordenamento do Uso e da Ocupação do Solo (LOUS) e o novo Código de Obras.

Merece destaque ainda o Programa de Certificação Sustentável em edificações, denominado de IPTU Verde, que também faz parte do rol de mudanças. Destinada a projetos que contemplam ações que visam a redução de impactos ambientais e do consumo de recursos naturais, a iniciativa pode permitir a redução da Outorga Onerosa do Direito de Construir e gerar benefícios aos novos proprietários como descontos no pagamento do IPTU.

 

Por: Portal Abrantes

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