Após suspender o serviço de transporte público, tirando os ônibus das ruas, desde o dia 16 de agosto, as empresas de Feira de Santana passaram por investigação do Ministério Público Federal (MPF).
De acordo com informações do MPF a suspeita é que tenha ocorrido um crime de paralisação de trabalho de interesse coletivo. Devido a essa paralisação boa parte da população está tendo que ir trabalhar a pé.
Segundo informações de representantes das empresas Princesinha e 18 de Setembro a suspensão das atividades aconteceu após problemas financeiros que foram ocasionados pela redução da passagem.
O Ministério Público do Trabalho (MPT) também está no caso e entrou com uma ação pedindo o bloqueio de todos os bens das duas empresas, para garantir o pagamento dos salários e rescisões de contrato dos trabalhadores.
Para tentar contornar a situação a prefeitura de Feira de Santana garantiu um contrato emergencial com as vencedoras da licitação, que só iriam operar em seis meses. Os serviços devem ser regularizados na próxima quarta-feira (26).




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