O motorista de Cristiano Araújo, Ronaldo Miranda, falou ao programa "Domingo Show", da Record, exibida neste domingo (16), o que realmente aconteceu no dia do acidente de carro que tirou a vida não só do cantor como também de sua namorada, Allana Moraes. De acordo com Ronaldo, ele e Cristiano se conheceram há 4 anos e, desde então, ele virou não só motorista, como amigo pessoal do artista. "Ele era meu irmão, amigo, companheiro. Tudo o que se passava ele dividia comigo", afirmou o Ronaldo, entre lágrimas.
Conforme Ronaldo, antes do carro capotar, ouviu o barulho de um pneu furado: "Eu estava calmo e na hora pensei: 'vou ter que sair pra trocar o pneu'". "Mas logo em seguida perdi o controle do carro. Nessa hora não estava mais nas minhas mãos, não vi mais nada", ele garantiu, afirmando que só ficou consciente na primeira capotada. E voltou a assumir que estavam a mais de 130 km/h. "Ninguém pedia pra andar rápido, não era isso. A questão é que o carro era seguro, estável, e você nem sente que está andando rápido. A gente sempre rodou assim... Era uma questão de tempo, muitos compromissos e a gente sempre estava atrasado", disse.
Não precisava nem pedir que ele já botava o cinto, mas quando a Allana estava eles iam juntos atrás, ele deitado no colo dela. Aí nem dava pra botar cinto", explicou comprovando que o cantor e a namorada não usavam o equipamento de segurança no momento do acidente.
O motorista revelou ainda que, na volta do show, no dia 24 de junho, todos os quatro ocupantes do veículo saíram da cidade por volta de 2h20 da madrugada e ainda pararam em um posto para comprar um lanche. "Todo mundo estava acordado no carro, comendo. O acidente aconteceu uns vinte minutos depois disso", disse o motorista, negando que tivesse cochilado no momento do acidente", contou. Ele admitiu que não olhou o velocímetro, mas que devia estar a mais de 130km/h no momento do capotamento.




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