Presente na festa de Pentecostes, em Vila de Abrantes, neste domingo, 04, o prefeito de Camaçari, Elinaldo, falou sobre as dificuldades da prefeitura em resolver as pendências do município, como a falta de iluminação, manutenção das áreas publicas e negociação com os servidores e os professores.
Sobre a iluminação, o gestor explicou que o problema está na burocracia e voltou a dizer que a licitação foi aberta há quase seis meses, no entanto, as empresas que não foram contempladas entraram na Justiça e o contrato não pode ser finalizado. “Nós encontramos o governo sem contrato pela iluminação. Estamos tentando avançar nesse processo, tem uma licitação que já tem seis meses, estamos tentando desembolar, mas as empresas estão brigando para pegar o contrato e colocaram na Justiça e nisso infelizmente o município acaba sendo prejudicado. Mas estamos buscando caminhos, para resolver todos os problemas”, falou.
Em relação a manutenção dos espaços, a exemplo da roçagem nas unidades de saúde, nas instituições de ensino e nos espaços esportivos, o prefeito garantiu que a partir deste mês, várias intervenções de zeladoria, serão feitas nos postos de saúde, nas praças, nas escolas. “Nós estávamos organizando a máquina e agora no segundo semestre a estrutura da nossa cidade vai avançar”, disse.
Sobre as negociações com os professores, que inclusive já paralisaram as atividades reivindicando melhorias, Elinaldo afirmou que respeita os servidores e os professores, mas pediu apoio das categorias, porque o município atravessa um momento de crise. O prefeito voltou a dizer que 80% da verba da educação é destinada à folha de pagamento e só sobra 20% para investimento na área. O democrata disse ainda, que os governos anteriores perderam vários recursos e o município não arrecadou. “Estamos organizando a máquina, para que no ano que vem a gente consiga aumentar arrecadação para investir mais, não só para atender as demandas dos servidores e dos professores, mas melhorar também toda estrutura. Eu queria atender todas as pautas, mas, a questão é orçamentária”, disse.




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