Após a realização de uma sessão especial proposta pelo seu mandato e destinada as pessoas com problemas mentais, o vereador Gilvan Souza (PR) falou durante entrevista ao Portal Abrantes, sobre a necessidade de ampliar as discussões sobre políticas públicas para minorias, direitos e deveres e avaliou o atual momento político que o município atravessa.
Sobre políticas para as minorias, o edil afirmou que é necessário que seja quebrado dentro da política alguns paradigmas, da mesma forma que é preciso que exista nos agentes políticos, entendimento, compromisso e sensibilidade para a questão.
“A politica de minoria hoje, é algo que poucas pessoas querem discutir. E a política tem que ser feita para todos, regulamentar, proporcionar leis, convocar Ministério Público, Judiciário e a política, para que a gente possa conduzir de maneira responsável e objetiva a realização de feitos para todo mundo. Enquanto a gente segregar pessoas, a política fica fragilizada”, disse. O vereador disse ainda, que é responsabilidade de qualquer governo é fazer política de forma definida e coletiva, em todos os setores com o intuito de beneficiar a comunidade como um todo.
Sobre o atual momento político, especificamente dentro da Câmara de Vereadores, o edil ressaltou que é preciso ter foco e concentrar as discussões nas prioridades da cidade, inclusive segundo ele, no momento é necessário que os parlamentares abram mão de suas respectivas ideologias para lutar pelo acerto da cidade. “Esse é um momento crítico que Camaçari requer foco e objetividade e que a gente tenha pauta única em alguns aspectos aqui dentro da Câmara de Vereadores. A cidade está esperando uma transformação, a cidade precisa dessa transformação”, falou.
Na oportunidade, Gilvan também pontuou que além dessas mudanças no meio dos agentes políticos, é necessário que a sociedade também se organize e mude determinados comportamentos. Tendo como exemplo a atual polêmica que envolve a Superintendência de Trânsito e Transportes (STT), sobre a aplicação de multas. O edil acrescentou que diariamente é cobrado que o município seja respeitado como uma metrópole pela sua importância no estado, mas, é preciso que o município também tenha comportamento de uma grande cidade. “A gente vive numa sociedade só de direitos e se as pessoas passarem também implementarem em suas vidas suas obrigações sem dúvida alguém estará ajudando a política pública”, concluiu.




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