Paralisados desde a última segunda-feira (10) os trabalhadores dos postos de combustíveis da Bahia decidiram em assembleia realizada na ultima quarta-feira (12) manter a greve. O Ministério Público do Trabalho (MPT) tentou mediar a situação, mas não houve acordo entre as partes.
Entre as reivindicações da categoria está o reajuste salarial de 15%, e o aumento de 35% no tíquete-alimentação. Os patrões oferecem penas 9% de reajuste salarial e 15.8% de reajuste no tíquete.
Outro impasse entre os patrões e a categoria está na cláusula da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) que estabelece multa de um piso salarial por cada cláusula descumprida por partes dos patrões. O Ministério Público chegou a propor a redução dessa multa para 70%, porém os patrões querem que a multa fique em apenas 15%.
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo no Estado da Bahia (Simposba) 60% dos trabalhadores estão parados e nesta quinta-feira (13) serão feitas novas mobilizações nos postos da capital e da Região Metropolitana.





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