Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) da Pesquisa por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) mostra que o país tem atualmente 22,7 milhões de pessoas desempregadas, subocupadas ou inativas, mas com potencial para trabalhar.
O resultado significa que, no segundo trimestre de 2016, estava faltando trabalho para todo esse contingente de brasileiros. De acordo com o órgão, somados os contingentes de pessoas desocupadas (11,6 milhões), pessoas subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas (4,8 milhões) e na força de trabalho potencial (6,2 milhões) - que são, entre outras, pessoas desempregadas e que não mais procuram emprego - há um total de 22,7 milhões de pessoas com capacidade de trabalhar mais, o que representava 13,6% dos 166,3 milhões de brasileiros em idade de trabalhar - com 14 anos ou mais de idade.
Como resultado, a taxa composta da subutilização da força de trabalho voltou ao patamar do primeiro trimestre de 2012, quando também estava em 20,9%. O resultado vinha mostrando tendência de queda até o terceiro trimestre de 2014. No segundo trimestre de 2016, a jornada média semanal de horas trabalhadas ficou em 39,1 horas, período menor do que a jornada 40,1 horas registrada no segundo trimestre de 2012, ano de início da pesquisa.





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