Luiz Carlos Barreto, um dos mais importantes produtores, diretores e fotógrafos do cinema brasileiro, morreu nesta quarta-feira (22), aos 98 anos.
Conhecido como Barretão, ele estava internado desde a última terça-feira e enfrentava problemas de saúde desde março de 2024, quando sofreu uma queda durante uma viagem ao Ceará, seu estado natal, onde participaria de uma homenagem.
Com uma trajetória de mais de seis décadas dedicada ao audiovisual, Barreto marcou a história do cinema nacional e teve participação ativa no movimento do Cinema Novo, responsável por transformar a produção cinematográfica brasileira a partir da década de 1960.
Formado em Letras, também atuou como jornalista e fotojornalista. Como diretor de fotografia, assinou dois dos filmes mais emblemáticos do Cinema Novo: Vidas Secas (1963), dirigido por Nelson Pereira dos Santos e baseado na obra de Graciliano Ramos, e Terra em Transe (1967), clássico de Glauber Rocha.





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