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PM desmente denúncia de estupro contra policiais no Carnaval

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O caso envolvendo o estupro supostamente cometido por policiais militares no circuito Dodô (Barra-Ondina) ganhou novos desdobramentos nessa sexta-feira (20). Em entrevista concedida à emissoras locais, porta-vozes da Polícia Militar e do Departamento de Polícia Técnica (DPT), apontam que, até o momento, as evidências indicam que o crime não teria ocorrido.

No caso do DPT, responsável por coletar todo e qualquer material que possa ser periciado e que utiliza de técnicas forenses durante as investigações, o diretor do departamento, Osvaldo Silva, afirmou que não foram encontrados vestígios de sêmen, espermatozoides ou outros elementos que indiquem relação sexual recente.

Ainda de acordo com o perito, foram realizadas diversas perícias no local, bem como análises de imagens de câmeras de segurança, exames de corpo de delito e coleta de vestígios biológicos na vítima e nas roupas utilizadas no dia do suposto crime.

“O exame de DNA traz os perfis genéticos das pessoas que tiveram contato com a vítima. Coletamos material nas partes íntimas, nas vestes e em outros pontos, e não encontramos indícios de relação recente com terceiros”, explicou o diretor-geral do DPT.

O crime teria ocorrido na quinta-feira (12) de Carnaval, quando uma turista argentina alega ter sido abusada sexualmente por policiais militares dentro de um banheiro químico no circuito Barra-Ondina. Apesar dos resultados iniciais, a Polícia Civil confirmou que as investigações continuam.

Até o momento, 12 policiais militares foram ouvidos no curso das investigações, sendo que ao menos quatro deles estariam diretamente ligados ao fato. Todos negaram participação em crimes.

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