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Camaçari

Projeto Florescer Atípico acolhe mães atípicas de Camaçari

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Com o objetivo de dar visibilidade e incentivar o empreendedorismo de mães atípicas de Camaçari, a Secretaria de Educação (Seduc), através da Coordenação de Educação Assistencial e Inclusiva criou o Projeto Florescer Atípico, que na última quinta-feira (06/11) aconteceu na feirinha da Prefeitura Municipal. As beneficiadas tiveram a oportunidade de expor e comercializar seus produtos.

De acordo com a coordenadora de Educação Assistencial e Inclusiva da Seduc, Euvira Laporte, o projeto faz parte dos Movimentos Inclusivos da pasta. “A gente quer dar visibilidade, empoderamento, fortalecimento para as mães atípicas empreendedoras. É um público que precisa muito do nosso apoio, socialmente falando. Elas trazem para o público de Camaçari seus produtos para complementar as rendas, e ao mesmo tempo tem um processo de valorização, de autocuidado com elas”, explicou.

Mãe atípica, dona Nadja de Oliveira, que vende acessórios, destacou a importância do projeto em sua vida. “É um incentivo para nós, porque como mães atípicas, geralmente não temos tempo de sair pra algum lugar pra vender, e tendo essa feira, tendo essa oportunidade para nós mães de expor nossos produtos, após deixarmos nossos filhos na escola, é algo muito importante, muito bonito para a gente florescer, porque a gente só fica em casa cuidando dos filhos, e não é fácil ser uma mãe atípica”, relatou.

A também mãe atípica Joscilane da Silva, que estava na feira expondo artesanato e crochê, falou da visibilidade que o projeto trouxe para mostrar os talentos das mães atípicas. “A gente fica muito em casa e não temos como sair pra trabalhar, e essa foi uma grande oportunidade de mostrarmos o nosso trabalho. Esperamos que continue acontecendo”, ressaltou.

Moradora de Vila de Abrantes, Raquel, que estava expondo crochê, pontuou que o projeto era muito especial. “A gente nunca tem tempo, porque sempre estamos dedicadas aos nossos filhos, estão esse aqui é o nosso momento”, salientou.

Também representando a orla com jarros de flores, estava a moradora de Arembepe, Marideide Simões. Para ela a iniciativa da Seduc foi bastante inclusiva. “Estamos sendo vistas, assistidas, e receber esse apoio é muito importante, e esse momento aqui se torna uma terapia pra gente, porque a vida de uma mãe atípica não é fácil. Isso aqui é um refúgio, um remédio, é como se a gente tivesse recebendo um abraço. Queríamos que continuasse”, pediu.

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