Na última terça-feira (19/11), aconteceu na sede do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA) da Bahia, uma reunião solicitada pelo Grupo Gestão Ambiental e Construção Coletiva, com o objetivo de apresentar demandas urgentes de Camaçari. O encontro foi com a diretora-geral do órgão, Maria Amélia Lins, e também com a diretora de Programas da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SOMA), Iaraci Dias.
Na pauta do Grupo de Gestão, a poluição gerada pela empresa Tronox, a implantação do Parque das Dunas de Abrantes/Jauá e a proteção integral das áreas de conservação, sobretudo os mananciais hídricos do Joanes, Capivara e Rio Camaçari, dentro das prerrogativas que cabem ao estado. Técnicos INEMA também participaram da reunião e relataram o que vem sendo feito junto às indústrias em Camaçari, para amenizar os efeitos das atividades que envolvam risco de poluição.
Atentos as informações, o Grupo Gestão Ambiental encampa a luta pela suspensão da licença operacional da Tronox com a justificativa de "imensos danos causados ao meio ambiente e, em especial, aos moradores de Areias, em Vila de Abrantes”. Para os representantes do INEMA e do SEMA, é de fundamental importância que sejam firmadas parcerias entre o estado, o município e a sociedade civil, “na execução das políticas públicas de proteção ao meio ambiente”.
O grupo Gestão Ambiental esteve representado por Ana Maria Mandim e Angélica Ferraz de Menezes, do Centro de Estudo e Pesquisas Socioambientais de Camaçari AVP, por Fernando Borba e Alderico Sena, da OSCIP Rio Limpo e Movimento Rios Vivos, Maria José Rosas, do Instituto Arborize, e Rivelino Martins, da Associação Ecológica Coqueiro Solidário e Guardiães do Cacimbão. Ainda durante o encontro, o tema educação ambiental nas comunidades ribeirinhas, principalmente, foi abordado.





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