A facilidade de transferências via PIX, trouxe com ela o aumento de modalidades de golpes. O mais novo foi chamado de “PIX errado”, após um caso ganhar repercussão na mídia no inicio do mês de julho, quando um professor do Paraná devolveu um valor, que teria recebido por engano.
Entenda como funciona:
- O golpista faz uma transferência para a conta da vítima utilizando, normalmente, uma chave PIX de número telefônico;
- A vítima então, recebe uma mensagem ou ligação do golpista no mesmo número, onde ele diz, de forma desesperada, que fez uma transação por engano e pede o dinheiro de volta, informando outra chave PIX;
- A vítima inocente, “devolve” o valor, enquanto o fraudador usa o Mecanismo Especial de Devolução (MED), onde pede ao banco o dinheiro de volta na conta pela qual fez o PIX inicial;
Em resumo, o golpista consegue receber os dois valores, o da devolução e do banco. O MED foi criado em 2021, para facilitar as devoluções em caso de fraudes, já está ativo desde novembro de 2021.
Só neste ano, foram registradas mais de 1,6 minhões de solicitações de devolução de valores. De acordo com o Banco Central foram movimentados R$ 119,4 bilhões em apenas um dia, recorde registrado na última sexta-feira (05/07).





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