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Vendedores ambulantes vão contar com espaço de acolhimento durante o Camaforró 2024

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Para definir a implantação do espaço de acolhimento, que será disponibilizado para os ambulantes que atuarão no Camaforró 2024, a Prefeitura de Camaçari, por meio da Coordenação de Eventos, setor vinculado à Secretaria de Governo (Segov), realizou uma reunião. Na oportunidade, ficou acertado que serão disponibilizados banheiros, bem como local de descanso, no Clube Social e Desportivo de Camaçari, durante os dias do evento, que acontece de 13 a 15 de junho, com o tema “Esquenta São João”.

O encontro, realizado nesta sexta-feira (7/6), contou com a participação de representante das pastas dos Serviços Públicos (Sesp), e do Desenvolvimento Social e Cidadania (Sedes), aconteceu na sede da Coordenação de Eventos, situada na Casa do Trabalho, na Rua Vera Lúcia Pestana Frois (antiga do Migrante).

O responsável pela Coordenação de Eventos, Luiz Mário, explicou como surgiu a ideia.  “Nós pensamos num espaço que dê um pouco mais de conforto e dignidade para os ambulantes que vão trabalhar no Camaforró, para que eles possam tomar um banho e descansar durante os dias da festa”.  

O gestor da Diretoria de Ordem Pública (Dirop) da Sesp, Namuciés de Souza, destacou a novidade. “Já fomos ao Clube Social para olhar o local e vamos ter mais uma reunião para acertar os ajustes finais”, falou, ao afirmar que a pasta vai iniciar o trabalho de ordenamento, fiscalização e orientação com os ambulantes e barraqueiros na terça (11), no Espaço Camaçari 2000, situado na Avenida Jorge Amado, local onde será realizado o evento, que abre o São João da Região Metropolitana de Salvador (RMS).

Já a diretora de Gestão do Sistema Único de Assistência Social (DGSUAS) da Sedes, Nívea Santos, falou sobre a importância da oferta desse tipo de acolhimento. “Sabemos que por um período de três dias muitos desses profissionais não têm como retornar para as residências, para fazer, por exemplo, a higiene pessoal. Questões como se alimentar, dificulta bastante, até porque gera um custo maior. Esse acolhimento, que estamos fazendo, é justamente para priorizar o conforto e amenizar as vulnerabilidades sociais, que estão presentes nessas pessoas em momentos como esse. Então, é uma forma de a gente colocar em primeiro lugar a dignidade desses profissionais”, finalizou.

 

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