O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer aproveitar a reforma ministerial que pretende fazer no início de 2024 para dar um freio de arrumação no governo. Agora, até mesmo aliados do ministro das Comunicações, Juscelino Filho, admitem que ele está na lista dos que devem deixar a Esplanada.
A ideia de Lula é dispensar nomes considerados problemáticos e que não se mostraram eficazes no comando de determinadas pastas. Além disso, o presidente terá de nomear um novo titular da Justiça, se Flávio Dino for aprovado pelo Senado para assumir a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF).
O nome mais cotado para substituir Juscelino, atualmente, é o do deputado federal Paulo Azi (União Brasil). Amigo do líder do União Brasil na Câmara, Elmar Nascimento, e do secretário-geral do partido, ACM Neto.
Na prática, a saída de nomes que causam problemas ao governo, na esteira de uma reforma ministerial, é uma forma que já foi usada por Lula em outras gestões para não expor aliados em maus lençóis.





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