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Camaçari

“A Embasa primeiro precisa respeitar a população de Camaçari e depois dizer o que está acontecendo”, declara presidente Flávio Matos sobre falta de água

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Foi aprovado nesta terça-feira (31/10), na 21º Sessão Ordinária, o Requerimento de nº 031/2023, solicitando uma Audiência Pública para tratar sobre a intermitência do serviço e falta de água em Camaçari, na sede e costa do município. A atividade, de autoria do presidente da Câmara de Vereadores, Flávio Matos (União), será realizada 08 de novembro, às 14h.

Em coletiva de imprensa, o presidente disse que nesse momento pré-eleitoral, tem andado nos quatro cantos da cidade, e onde vai ouve reclamações da população sobre a falta ou intermitência de água. “Isso tem me preocupado muito. Eu tive na orla em algumas comunidades no último final de semana, sobretudo perto de Arembepe, mas também já ouvi falar do mesmo problema no Galo Assanhado, na Vila dos Artistas, em Jauá. O verão está se aproximando e as pessoas estão com dificuldade de cozinhar nesse momento. Eu vi pessoas saindo com o carro para buscar água perto da lagoa, uma questão de sobrevivência, e por isso aprovamos hoje essa pauta”, explicou.

O presidente ressaltou que existe uma preocupação com a orla de Camaçari, por conta da chegada do verão e aumento do volume de pessoas, o que movimenta economia e gera renda. “Vamos receber os turistas, os visitantes nas pousadas para ficarem sem água. E quem tem que falar sobre isso não sou eu, é a Embasa. Todos têm que estar aqui para que a gente faça uma acareação mesmo. O povo não quer saber quem é o culpado, quer que o problema seja resolvido. Então tenho certeza que nessa audiência sairemos daqui com encaminhamentos de um problema que já nos aflige há muito tempo”, destacou.

Sobre como a Câmara pode contribuir, além da audiência, para a resolução deste problema, o presidente Flávio Matos ressaltou que é preciso ouvir a Embasa primeiro. “Não temos como regulamentá-la ou decidir nada de um órgão que responde ao estado. Quem tem esse poder é o estado. Mas a Casa do Povo quer saber o que está acontecendo e vamos fazer esse embate, pelo menos para população ter ciência. Não adianta informar em rádio que vai cessar o fornecimento de água de A, B e C, a gente quer saber de fato o que está acontecendo. E eles trazendo prazos a gente pode pensar em uma ação coletiva, uma atitude mais enérgica, contra esse absurdo que tem acontecido na cidade de Camaçari”, finalizou.

 

 

 

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