Na última terça-feira (25/10), o cantor sertanejo Eduardo Costa foi autorizado a captar cerca de R$ 996,5 mil até o fim do mês de dezembro via Lei Rouanet, do governo federal, que tem por objetivo patrocinar projetos culturais. O problema é que o artista em 2018, ao assumir que era bolsonarista, declarou que o recurso era "coisa de gente safada".
Segundo o site Metrópoles, o portal de transparência da Rouanet, mostra que o recurso foi solicitado para gravar um DVD em homenagem a música sertaneja de Minas Gerais. O pedido foi feito pela empresa Churrasco, Cerveja e Viola - C.C.V. Eventos, que tem Eduardo como um de seus sócios.
Na oportunidade que criticou a lei, Eduardo Costa disse que quem quisesse dinheiro que fosse caçar um serviço. “Vai capinar um lote, vai bater uma laje, vai caçar o que fazer. Acabou a mamata, a safadeza. Dinheiro de Lei Rouanet nunca mais", afirmou durante campanha eleitoral para Jair Bolsonaro.
O artista também criticou outros profissionais. "Esses artistas, atores, bando de jornalista safado, essa gente safada, que fica querendo mamar nas tetas do governo, acabou a mamata, a safadeza", exaltou.


Comentários (0)
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião desta página, se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.
Comentar