Entre no
nosso grupo!
WhatsApp
  RSS
  Whatsapp
Traduzir:

Camaçari

Servidores efetivos da Câmara de Camaçari realizam protesto pacífico durante a sessão desta terça (17)

Compartilhar com UTM
Link copiado! Agora você pode colar o link com UTM no seu Instagram.

Antes do início da 12º Sessão Ordinária desta terça-feira (17/05), os servidores efetivos da Câmara de Vereadores de Camaçari realizaram uma manifestação pacifica e silenciosa no plenário da Casa Legislativa. Os trabalhadores, vestidos de preto, ergueram uma faixa com a frase: “O exercício da cidadania e os direitos dos trabalhadores começam aqui”.

A categoria, composta por 58 servidores efetivos, reivindica que a presidência da Casa Legislativa abra uma mesa de negociação para tratar da revisão salarial anual, auxílio saúde e equiparação entre os servidores efetivos de comissionados. Em um documento protocolado no gabinete da Presidência em 22 de dezembro de 2021, os servidores ponturam a tentativa de sensibilizar a gestão sobre "a dramática situação de arrocho salarial imposta aos servidores de um modo geral e da Câmara de Vereadores de Camaçari em particular, sobretudo diante do congelamento de salários advindos da sanção da LC 173/2020, de 27 de maio de 2020”.

Segundo a categoria, em março deste ano o presidente da Câmara, vereador Júnior Borges, por intermediação do vice-presidente Dilson Magalhães, recebeu uma comissão de servidores que apresentou reivindicações. Na oportunidade, o gestor disse que iria analisar a proposta junto a procuradoria, mas até a manifestação de hoje, nenhum retorno a classe.

No dia 03 de maio, os servidores efetivos foram atendidos por uma comissão de vereadores buscando apoio e intermediação com a presidência para tratar da pauta de reivindicação da categoria. Os parlamentares ouviram as demandas e se colocaram à disposição para tratar com o presidente sobre o assunto.

Ainda na sessão de hoje (17), os servidores efetivos tentaram chamar a atenção do poder público e da sociedade civil, para o prazo de 180 dias antes do encerramento do mandato da mesa diretora, que determina a Lei de Responsabilidade Fiscal, vedando despesas extras a Casa legislativa após 30 de junho. O presidente Júnior Borges disse na abertura da reunião em plenário que a reivindicação era justa. “Todos os atos praticados pelos servidores da Câmara são legítimos, e nós da administração da Câmara Municipal atenderemos o que estiver ao nosso alcance. Então muito obrigado pela presença de vocês e fiquem à vontade”.

No memorando, a categoria diz ainda que entende que deve ser respeitado “o limite de gastos com a folha de pagamento da Casa Legislativa, de num máximo 70% de comprometimento do duodécimo repassado pelo Executivo Municipal”, e não desejam a “violação a esse princípio”, por isso defendem não um aumento, mas sim uma “recomposição salarial”. O valor do vale alimentação também é questionado pelos profissionais, que atualmente recebem R$ 440, sendo que o valor da cesta básica é de R$ 585,74. 

Mais em Camaçari