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Camaçari

Jornada Pedagógica 2022 é iniciada nesta quinta (3)

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Constituir um espaço de reflexão, de desenvolvimento técnico e de empatia voltado para o reconhecimento e a evolução da inteligência colaborativa da Rede Pública Municipal de Ensino de Camaçari. Foi com esta proposta que a Secretaria da Educação (Seduc) iniciou, nesta quinta-feira (3/3), a Jornada Pedagógica 2022, com o tema “Escola Presente em Cenários de Esperança: Inovações Pedagógicas, Tecnologias e Equidade”. Serão três dias de evento, que acontece no auditório do Vila Galé, em Guarajuba, na Costa de Camaçari, com uma programação que mescla atividades remotas e presenciais.

Uma conferência virtual abriu a programação, quando a secretária da Educação, Neurilene Martins, recepcionou os internautas e falou sobre os desafios de implementar uma escola presente. “A partir dessas experiências vivenciadas, sofridas e vencidas, nós construímos uma inteligência que, dentro da nossa rede, concebeu ações inovadoras. Essas inovações continuam em pauta e seguirão qualificando a educação de Camaçari. É neste contexto de esperançar que vamos inserir inglês e educação física no currículo dos anos iniciais do ensino fundamental, incluir café da manhã na alimentação escolar e criar ateliês de estudo no contraturno escolar para os estudantes em vulnerabilidade social”, anunciou a gestora da pasta, que também citou a produção de cadernos pedagógicos – de Língua Portuguesa, Matemática, Ciências Humanas e da Natureza – como iniciativas projetadas para 2022.

Este primeiro momento trouxe, além de falas conceituais que sintetizaram a essência da Jornada Pedagógica, a palestra da Dr.ª Claudia Costin, fundadora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da Fundação Getúlio Vargas (Rio de Janeiro) e professora da Faculdade de Educação da Universidade de Harvard. Reforçando a ideia de que “não se faz educação sem diálogo formativo”, Costin discorreu sobre os desafios globais para o ano de 2022.

“Na história da humanidade, as crises sempre foram momentos de muito sofrimento, mas também de quebra de paradigmas. A pandemia não deve se tornar um tabu, mas um objeto de conversa na escola, instrumentalizando os alunos para que eles entendam o que está sendo vivenciado”, argumentou Claudia Costin, destacando ainda a importância do fortalecimento dos vínculos afetivos no seio familiar. “Isso exerce influência no desenvolvimento neurológico, na formação de sinapses que vão contribuir com o desenvolvimento da criança”, explicou.
 

Por: Agencia de Notícias

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