O passaporte para participar do Reveillon e do Carnaval em Salvador, caso sejam realizados pela Prefeitura da capital, será o cartão de vacina contra a Covid-19, marcando a segunda dose em dia ou dose única. A confirmação dos dois eventos deve acontecer no mês de outubro, quando o governo avaliar os números de casos e de imunização no estado.
Quem tiver tomado apenas a primeira dose não poderá participar, apenas quem concluir o ciclo vacinal contra o coronavírus antes das festas. A Secretaria de Saúde (Sesab) da Bahia também depende do movimento da variante Delta que circula no estado.
A informação da restrição foi passada pelo prefeito de Salvador, Bruno Reis nesta segunda-feira (04/10). "Então a festa do Réveillon será em um espaço fechado e para as pessoas terem acesso, terão que ter as duas doses. E no carnaval, a gente coloca as barreiras para fazer as revistas para garantir as restrições das marcas, e, se for possível ser feito carnaval, iremos exigir também a comprovação da vacinação. Esses eventos terão que ter esses protocolos", explicou o chefe do executivo.
Ainda durante entrevista, o prefeito Bruno falou sobre a posição do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, que decidiu não exigir nenhum protocolo para os eventos. "O Rio de Janeiro nunca foi parâmetro para as nossas decisões. O Rio durante a pandemia sempre teve uma permissividade muito maior do que a média geral dos outros estados e outras capitais, mas lá o Rio recentemente foi a cidade mais impactada com a variante Delta, por exemplo”, pontuou o gestor.





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