De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar (PNAD), feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada na semana passada, o ano de 2015 fechou com 9,1 milhões de pessoas fora do mercado de trabalho.
Isso representa um acréscimo de 40,8% em relação aos três meses anteriores a dezembro e significou um aumento de aproximadamente 2,6 milhões de pessoas desempregadas em relação ao mesmo período de 2014.
Em comparação aos mesmos últimos três meses de 2014, a taxa subiu em todas as Regiões: Norte (de 6,8% para 8,7%), Nordeste (de 8,3% para 10,5%), Sudeste (de 6,6% para 9,6%), Sul (de 3,8% para 5,7%) e Centro-Oeste (de 5,3% para 7,4%). O Amapá mostrou a maior taxa de desocupação (12,5%) e Santa Catarina (4,2%), a menor.
Nos números do IBGE, dentre as 21 regiões metropolitanas analisadas no Brasil, a de Salvador foi a que teve a maior taxa de desocupados (14,8%), quase três vezes a que foi registrada em Curitiba (5,2%). O percentual alcançado na RMS no final do ano passado foi o equivalente a uma população de 337 mil pessoas, das quais 230 somente em Salvador.




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