O objetivo da audiência pública realizada na manhã desta terça-feira (22/03) foi debater o combate ao mosquito Aedes Aegypti em Camaçari, mas a falta de alguns palestrantes, campanhas publicitárias do governo estadual sobre o assunto e a atuação do poder municipal, acaloraram os discursos na tribuna. A população também teve direito a fala cobrou mais resultados positivos.
O autor da atividade, o vereador Otaviano Maia (PT) abriu os discursos destacando a importância do trabalho conjunto, no entanto chamou a atenção para a ausência de alguns secretários. "Precisamos nos atentar para essa questão, afinal esse problema é uma responsabilidade de todos, e convocamos 5 responsáveis por pastas importantes", disse.
Representantes do departamento de saúde e epidemiologia da cidade palestraram sobre as formas comportamento do mosquito, reprodução e transmissão do vírus, além de pontuarem as medidas que estão sendo tomadas para combater os focos. De acordo com os dados apresentados, somente neste ano foram notificados 7 casos de dengue, 19 de Chikungunya, 19 de Zika e 11 casos de microcefalia, com dois óbitos.
Para falar do aumento de casos nos municípios baianos, foi convidada a coordenadora Técnica de Vigilância em Saúde da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), Elizabeth Cardoso da França. "A secretaria fez uma previsão de casos, no entanto os números já foram superados", pontuou.
Vereadores de oposição criticaram a atuação dos governos estadual e municipal. "Música não mata o mosquito pois as campanhas só mostram isso", disse Oziel. Já Elinaldo cobrou que seja mais investido nos agentes de edemias que atuam na cidade.





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