Quando a sexta-feira é 13, dizem que é um dia de azar, e realmente foi para o ex-deputado federal e atual presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson e a deputada federal (PSD-RJ) Flordelis. Ambos foram presos em suas casas no Rio de Janeiro.
Roberto Jefferson estava em sua residência em Comendador Levy Gasparian, na Região Serrana do Rio. A autorização da prisão preventiva partiu do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-deputado passou a primeira noite em Bangu 8, na Zona Oeste do Rio acusado em um inquérito por praticar milícias digitais.
Em nota a executiva nacional do PTB classificou a prisão como uma “medida arbitrária orquestrada por Moraes”. A defesa de Jefferson ainda não se manifestou sobre o caso.
Já a deputada federal Flordelis é acusada de ser a mandante da morte do então marido, o pastor Anderson, assassinado na porta de casa no dia 16 de junho de 2019. A cantora e pastora nega o crime.
Nas redes sociais Flordelis fala que está indo 'presa por algo que não cometeu'. "Olá gente, chegou o dia que ninguém desejaria chegar. Estou indo presa por algo que eu não fiz, por algo que eu não pratiquei. Eu não sei para quê, mas estou indo com força e com a força de vocês. Orem por mim. Orem, orem. Uma corrente de oração na internet. Busquem a deus, está bom? Um beijo, amo vocês".
A juíza Nearis dos Santos Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói, decretou a prisão preventiva de Flordelis por dois anos e dois meses. A decisão se deu á 48 horas após a ex-deputada ter o mandato cassado no plenário da Câmara dos Deputados, e depois de dois pedidos de prisão: um feito pelos advogados da advogados da família de Anderson, que atuam como assistentes de acusação, outro pelo Ministério Público do Rio.



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