Nesta sexta-feira (13/08), a Polícia Civil do Distrito Federal concluiu que a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP), não teria sofrido um atentado, e sim caído possivelmente em decorrência dos efeitos dos remédios para dormir. A parlamentar estava em seu apartamento funcional em Brasilia, quando na madrugada do dia 18 de julho, acordou em uma poça de sangue com vários machucados, sem lembrar do que tinha acontecido.
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Segundo a Polícia Civil do DF, por intermédio da 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte), as investigações apontam que a deputada Joice Hasselman teve uma queda da própria altura. "No caso, não se evidenciou quaisquer elementos que apontassem para a prática de violência doméstica ou atentado/agressão por parte de terceiros”, diz inquérito que foi encaminhado ao Judiciário e ao Ministério Público.
Em nota, Joice afirmou que confia no trabalho da polícia e que mesmo assim reforçou a segurança em seu apartamento devido a vulnerabilidade dos imóveis funcionais. O advogado da parlamentar, Antônio Carlos de Almeida Castro, pontuou que vai acatar a decisão técnica do Instituto de Medicina Legal (IML).
Em um dado momento das investigações, o marido da deputada chegou a ser suspeito como o responsável pelas lesões. Em uma coletiva à imprensa dias após o ocorrido, França negou e Joice ameaçou processar quem o acusasse.
Abaixo na integra a nota divulgada pela parlamentar em relação as conclusões da polícia:
"Informamos que deputada federal Joice Hasselmann e sua defesa técnica tomaram conhecimento do desfecho da investigação.
A Polícia Civil do Distrito Federal concluiu que o incidente sofrido por ela, no dia 18 de julho, causando cinco fraturas no rosto e uma na coluna, foi resultado de uma queda da própria altura - hipótese inicialmente considerada menos provável pelos médicos mediante o número de traumas constatados por tomografias.
Joice reitera sua confiança no trabalho da polícia. Depois do fato, porém, reforçou a segurança em seu apartamento por conta da vulnerabilidade dos imóveis funcionais. Os apartamentos não possuem câmeras em pontos fundamentais, como as escadas internas e vãos dos corredores que dão acesso às portas de entrada. Já há um encaminhamento feito pela Procuradoria da Mulher para a presidência da Câmara que pede a instalação de novos equipamentos para garantir a segurança.
Assessoria de Comunicação
Deputada Federal Joice Hasselmann"




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