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Salvador

Governo da Bahia prevê retorno das aulas semipresenciais para dia 26 de julho, mas sindicato afirma que professores não voltam após 2º dose

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O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), pretende contrariar determinação do Governo do Estado, que prevê o retorno das aulas semipresenciais para o próximo dia 26 de julho. Segundo postagem nas redes sociais da categoria, os professores só voltam para a sala de aula “após a imunização total de todos (as) os (as) profissionais da Educação”, diz o texto.

A ideia do governo é aplicar o modelo hibrido, onde as turmas contarão com uma parte dos alunos, e a outra vai estar assistindo de casa por meio da aula remota. “Ainda há um número alto de casos ativos de Covid-19 e falta de estrutura nas escolas para cumprir os protocolos de segurança. Retorno presencial só com a vacinação completa dos trabalhadores e trabalhadoras de ensino”, destaca trecho da postagem.

De acordo com informação divulgada pelo governo, os educadores que não retornarem terão os salários cortados. Em votação através de reunião online com mais de 6 mil educadores, 95,6% da categoria decidiu que aulas presenciais só após a imunização completa, por isso solicitam a antecipação da segunda dose da vacina.

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