É conhecendo a verdade, que o Brasil se libertará!

 

Temos ouvido falar muito de uma história, contada de forma a querer confundir o povo, quem não ouviu sobre um militar chamado “Messias”? Pois é! O livro cujo título é, O Cadete e o Capitão, A vida de Jair Bolsonaro no Quartel, escrito por Luiz Maklouf Carvalho, conta toda à trajetória da vida militar do pseudo capitão, o que foi sem nunca ter sido.

Ao mergulharmos nas entrelinhas da obra, ficamos estarrecidos de como as histórias contadas sobre esse ex-militar, traz um quê de indignação, entristece-nos e nos dá a certeza de termos sido enganados! Por que será? Durante alguns anos, ouvimos uma história que nos foi contada, como se fosse verdade, entretanto, quando buscamos saber a realidade, nos deparamos com fatos completamente controversos aos que foram publicados na obra. A quem interessa esta mentira?

Todas essas informações nos deixam a todos atônitos, pois, trazem a lume, atos praticados e comprovados, não por uma pessoa comum, mas pelo presidente da República, e estão falando de ações como: Ações de terrorismo, quebra de hierarquia, rebeldia contra o seu superior hierárquico, insubordinação, movimento de greve por melhores soldos, o que se configura grave crime, ainda, ameaça de estourar bomba em locais estratégicos do Rio... Se um homem desses é capaz de tanta atrocidade como militar do exército brasileiro, como teria um comportamento diferente, no exercício da presidência da república? Aliás, já estão se tornando públicos os desmandos. E antes que alguém diga que foi no passado, hoje estamos nos deparando com as denúncias de corrupção em todo o governo, os escândalos de roubos, peculatos, desvios de finalidade, destruição do meio ambiente, destruição da máquina estatal e outros, ou seja, destruindo o Brasil.

Bolsonaro tornou-se uma figura pública, no ano de 1986, quando assumiu publicamente ao assinar um artigo sobre os baixos soldos pagos aos militares, depois saiu de cena e retornaria ao cenário cerca de um ano depois, em uma reportagem que revelaria um terrível plano para explodir bombas em locais públicos do Rio de Janeiro.

O coronel Adilson Garcia do Amaral, o subcomandante da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO) chamou no quartel em seu gabinete, o militar Jair Messias Bolsonaro e mostrou-lhe, a revista Veja edição 999, daquele período, que trazia relatos acerca da matéria cujo título era “Pôr bomba nos quartéis, um plano na EsAO”, o referido local é a Vila Militar, zona norte do Rio de Janeiro.

Julgado pelo Tribunal Militar em Primeira instância, onde foi considerado culpado e condenado por terrorismo, posteriormente inocentado pelo Superior Tribunal Militar (STM), em uma decisão cheia de contradições, (como tudo na vida dele) Jair Bolsonaro saiu do exército deixando a farda, passando para a reserva, foi então quando ingressou na política. A sua saída desonrosa do exército, demonstra claramente que o cadete Bolsonaro, não tinha nenhuma vocação para militar, aliás, fico me perguntando, qual seria o talento deste homem, hoje fica claro, as

RACHADINHAS diz tudo, ademais outras situações inusitadas envolveram a vida do cadete no exército.

Relato de um dos seus superiores, que testemunhou no julgamento do Bolsonaro, no exército, traz pitorescas revelações, lembra-se daquele ditado, que diz quem não tem o que fazer inventa? Pois é! Mais uma vez ele inventou. Quando ninguém imagina o que vai acontecer, eis que surge uma revelação do mal e mais uma novidade, desta feita o cadete aparece com um babado novo, resolve então ser fabricante, fabricante de mochilas, e adivinha o que ele utilizava para confeccionar as suas obras primas, incrível, ele resolveu utilizar os paraquedas, pois é ele era paraquedista e pegava escondido o paraquedas para fabricar as mochilas, e ora vejam só, esse indivíduo fez o curso de cadete na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN).

Curso que sempre foi muito elogiado por ter um elevado grau de intelectualidade, nos leva a questionar, será que o Jair Messias Bolsonaro realmente cursou todos os anos normais da academia? Ou foi mais uma farsa, como tantas outras? Pois, pelo seu alto grau de descontrole e incapacidade intelectual, nos questionamos se ele teria realmente cumprido todas as etapas ou...?

Fica claramente demonstrado ao longo de todo o período em que esteve no exército, bem como, a sua trajetória na Câmara do Rio de Janeiro, quando atuou como Vereador por dois anos e no Congresso, na Câmara dos Deputados e hoje o seu comportamento no exercício do cargo mais importante do nosso país, isso nos mostra, sem dúvida nenhuma, que em momento algum, ele tenha sido cobrado ou exigido, a usar o seu intelecto.

AMAN, com um nível de exigência intelectual altíssimo, e uma rigidez impecável, ao menos é o que nos deixa transparecer, pelo que nos é relatado e creio que é, contudo, o grau de intelectualidade de alguns dos nossos conhecidos que passaram por lá, como por exemplo, um que foi Ministro da Saúde, e outros que compõem os quadros dos diversos ministérios do governo, nos deixa pensativos e muito temerário, ao pensar na atuação desses homens, em caso de um conflito armado, será que os nossos soldados estão realmente preparados? Será que não se faz necessário uma revisão no ensino na AMAN e em todo o sistema militar? Ou será que essa é a banda podre do exército? Que em todo lugar tem!

A estrutura de ensino na AMAN, para os alunos, seguem a seguinte orientação: “A instrução militar desenvolve-se durante os quatro anos letivos e obedece a um escalonamento progressivo: formação inicial do combatente (primeiro ano); curso avançado com instruções de maior complexidade (segundo ano); e especialização nos diversos cursos (dois últimos anos)”. Seguindo esse lastro, como não ver que alguns não teriam a mínima condição de ali permanecer, torna-se até muito fora da nossa realidade, pensar que haveria aceitação do inaceitável.

Não adianta tergiversar tentando atribuir excelência a quem tem se revelado um completo BEÓCIO, o comportamento desvirtuado já era evidente ha muito.

Todos os relatos aqui apresentados são públicos com documentos apresentados em um julgamento militar com evidências, em dossiês e mais de cinco horas de áudios do julgamento, o livro que traz ainda mais fatos claros comprovadamente verdadeiros, em mais de 88 páginas como, documentos e fotos comprovando a

verdade, e tudo isso produzido pelo Exército Brasileiro e lá não tinha o PT, para que não digam que foram os terroristas ou os comunistas quem produziram esses fatos e que é tudo mentira, é até possível que os mais radicais dos seguidores deste grupo, digam que é tudo mentira do Exército, essa instituição que eles tanto veneram.

À época foi publicado pela revista um croqui (espécie de desenho), com todo o detalhamento da ação, esse desenho teria sido supostamente atribuído ao militar Bolsonaro, onde comprovaria a conspiração em andamento no Exército. Chamado a prestar contas pelo seu, ato foi julgado e condenado, posteriormente absolvido em recurso ao Superior Tribunal Militar (STM). Depois da repercussão do caso ele foi deixou o Exército e ingressou na política, se fala ainda, que ele teria sido convidado a deixar o Exército.

Este relato é o mais completo e consistente que temos até o momento. O autor reconstituiu os fatos com informações do STM e também entrevistando vários colegas de farda do militar Bolsonaro, “Além de reunir indícios suficientes para apontar que a autoria do croqui, como sustentou Veja até o fim, era mesmo do capitão, Maklouf reconstitui um episódio decisivo não apenas para a trajetória do presidente eleito em 2018, mas também para a redemocratização e o jornalismo no Brasil”, por esse motivo, Bolsonaro, ainda chegou a ficar preso por duas semanas.

Segundo relatos que podemos encontrar nos relatos, o Superior Tribunal Militar errou quando inocentou o atual presidente Jair Bolsonaro, não se sabe até hoje qual a motivação para o ato, porém, opiniões de vários juristas que ao fazer uma análise dos fatos, entendem que houve falha na decisão do STM.

Tudo que foi apresentado aqui, não tem de maneira nenhuma um cunho, político, nem pessoal, somente para que possamos refletir que todo esse ódio e esse projeto de destruição que está instalado em nosso país, não é um mero acaso, pois, grande parte dos brasileiros que acompanham os noticiários veiculados em nossa mídia já sabia perfeitamente quem era essa figura. Não podemos esquecer-nos do período do impeachment de Dilma Rousseff, quando ele exaltou o Coronel torturador, Carlos Alberto Brilhante Ustra, foi o homem que liderou o Destacamento de Operações de Informação - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODE) do II Exército, foi o instrumento usado para torturar e matar muitos brasileiros e por esse motivo, foi condenado por atrocidades cometidas durante o período da ditadura que durou de 1964 a 1985.

Não podemos nos esquecer disto, todos que têm a minha idade, um pouco menos ou mais, lembram perfeitamente do que passamos o que vivemos e o porquê de não termos nenhuma saudade deste tempo, ao qual deve ser apagado da memória dos brasileiros, e se for lembrado que somente seja para enaltecer a luta de muitos bravos patriotas, brasileiros que até perderam a sua vida para que nós os que ficamos, pudéssemos viver dias melhores. Viva o Brasil! Queremos o Brasil para os brasileiros e livres do NaziFascismo. Vamos lutar para manter os direitos e as liberdades conquistados, com muita luta pelo povo brasileiro.

Continuaremos vigilantes!

Paulo Santana

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