De acordo com informações do Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM), através da coleta e comparação de amostras foi possível identificar que o óleo que atingiu a praia de Itacimiram na última segunda-feira (28) tem o perfil compatível com o que chegou no litoral em 2019.
Segundo a Marinha do Brasil (MB), o aparecimento do material constitui uma reincidência de segmentos oleosos que permaneceram submersos durante as ações pregressas de resposta. A MB afirma também que o aparecimento possivelmente foi causado por fatores naturais relacionados às chamadas marés de sizígia - correntes que sofrem influência do alinhamento dos corpos lunares - e ao regime de ventos e correntes, que acabaram por gerar uma ressaca que revolveu sedimentos e possibilitou o ressurgimento dos fragmentos.




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