O Supremo Tribunal Federal (SFT) negou o pedido de progressão de regime feito pela defesa do ex-deputado federal Geddel Vieira Lima (MDB-BA). Os ministros entendem que o não pagamento da multa, que, em março de 2020, somava cerca de R$ 1,6 milhão, impede a progressão ao regime semiaberto.
Geddel foi condenado a 14 anos e 10 meses de prisão e ao pagamento de 106 dias-multa pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa.



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