O miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega, conhecido como Capitão Adriano, foi morto na manhã deste domingo (09/02), na Bahia. Ele é apontado como chefe do Escritório do Crime, grupo que atua na zona oeste do Rio, além de ser citado nas duas investigações realizadas pelo Ministério Público fluminense sobre a da morte da vereadora Marielle Franco.
Segundo informações de seu advogado, Paulo Emilio Catta Preta, Adriano estava convencido de que queriam matá-lo e não prendê-lo. Ele e sua esposa relataram que tinham certeza de que havia um plano de “queima de arquivo” em curso contra o ex-policial militar.
Adriano estava foragido desde a Operação Os Intocáveis, quando em janeiro do ano passado prendeu a cúpula do Escritório do Crime. O ex-policial estava na Bahia e chegou a escapar da polícia no dia 31 de janeiro deste ano, quando os agentes foram à casa em que estava escondido.
Adriano foi morto, na zona rural de Esplanada, município baiano. Equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) da Bahia, da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Litoral Norte e da Superintendência de Inteligência (SI) da Secretaria da Segurança Pública encontraram o foragido que teria reagido com uma pistola austríaca calibre 9mm. A defesa nega essa versão dos agentes.





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