Os três policiais militares envolvidos na operação que matou o artista plástico Manoel Arnaldo dos Santos Filho, conhecido como Nadinho, na cidade de Candeias, foram indiciados por homicídio doloso (quando há a intenção de matar) pela Polícia Militar da Bahia (PM-BA). Edvaldo Nunes, Leandro Xavier e Dinalvo dos Santos já eram alvo de denúncia instaurada pela Polícia Civil em junho deste ano.
A versão apresentada pelos policiais para o momento do crime é de que o artista plástico teria confrontado os agentes e disparado tiros. A versão, no entanto, não conseguiu ser comprovada pela perícia, de acordo com a PM.
Arnaldo Filho morreu após ser baleado por policiais durante a Operação Força, em 21 de abril, em Candeias, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Segundo os familiares, a vítima estava dentro de casa em que funcionava o ateliê dele, desenhando, quando os agentes entraram em busca de um suspeito.
Os familiares contam que os agentes já chegaram na casa atirando em Arnaldo. O laudo pericial realizado após a morte de Nadinho constatou que ele foi baleado pelas costas.



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