Considerado foragido desde a última sexta-feira (24), o presidente nacional do PR e ex-ministro dos Transportes Antônio Carlos Rodrigues se apresentou na terça-feira (28) à Polícia Federal em Brasília.
Ele teve a prisão decretada em meio à Operação Chequinho, deflagada na última quarta-feira (22), que também resultou nas prisões dos ex-governadores do Rio de Janeiro Anthony Garotinho e Rosinha Matheus.
Os três são acusados dos crimes de corrupção, concussão, participação em organização criminosa e falsidade na prestação das contas eleitorais. De acordo com as investigações, suspeita-se que uma grande empresa do ramo de processamento de carnes firmou contrato fraudulento com outra empresa, sediada no município de Macaé (RJ), para a prestação de serviços na área de informática.
Segundo o Ministério Público Federal, os serviços não eram efetivamente prestados e que o contrato, no valor de aproximadamente R$ 3 milhões, servia de fachada para acobertar o repasse irregular de valores para utilização em campanhas eleitorais.
A reportagem não conseguiu localizar a defesa do ex-ministro Antônio Carlos Rodrigues.
Posteriormente, em declarações feitas na Casa Branca, Trump enviou uma dura mensagem à Coreia do Norte: "nós vamos cuidar disso", afirmou.
O secretário de Estado americano, Rex Tillerson, declarou que os Estados Unidos avaliam "as opções diplomáticas" para resolver a crise e que elas seguem "sobre a mesa por enquanto".
Em uma declaração lida por seu porta-voz em Washington, Tillerson pediu à comunidade internacional para "tomar novas medidas" à margem das sanções já aprovadas pelo Conselho de Segurança da ONU, "incluindo o direito a proibir o tráfego marítimo de bens de e para a Coreia do Norte".





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