Jornalista Ana Maria Mandim emite nota corrigindo fala contra a PM em Audiência na Câmara de Camaçari

 

Durante a Audiência Pública sobre a poligonal do Parque das Dunas Abrantes e Jauá, realizada na Câmara Municipal de Camaçari, na última sexta-feira (17/09), a jornalista e presidente do Conselho Municipal de Meio Ambiente de Camaçari (COMAM), Ana Maria Mandim durante sua fala acusou a PM de desvio de comportamento. A ambientalista estava exaltada em função da discordância em relação ao roteiro da atividade parlamentar e acabou generalizando a acusação, quando na verdade estava citando casos pontuais.

Em nota Ana Maria disse que chamou a PM de corrupta, mas que na verdade se referia “a policiais militares que, há alguns anos, estacionavam viaturas na Via Parque (Jauá), à vista de todos e à espera de caçambeiros ladrões de areia das dunas para cobrar propina”, salientando que esses fatos não acontecem mais “graças ao então Major PM Daniel Figueiredo, quando comandante da 59 ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), sediada em Arembepe”, explicou.

A presidente do COMAM reforçou que “não houve intenção de ofender os brios e a honorabilidade da PM baiana”.

Confira na integra a nota:

PM ESTÁ ACIMA DE ERROS COMETIDOS POR SEUS INTEGRANTES

O Conselho Municipal de Meio Ambiente de Camaçari vem a público para corrigir um infeliz tropeço de linguagem cometido por sua presidente na Audiência Pública realizada ontem (17/9), na Câmara dos Vereadores, sobre a implantação do Parque das Dunas de Abrantes e Jauá, que atribuiu à corporação da PM um desvio de comportamento de alguns integrantes seus.

A PM foi chamada de corrupta, quando a oradora se referia, na verdade, a policiais militares que, há alguns anos, estacionavam viaturas na Via Parque (Jauá), à vista de todos e à espera de caçambeiros ladrões de areia das dunas para cobrar propina. Isso, felizmente, acabou, graças ao então Major PM Daniel Figueiredo, quando comandante da 59 ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), sediada em Arembepe.

Não houve intenção de ofender os brios e a honorabilidade da PM baiana. A presidente do COMAM cometeria uma injustiça se transferisse à coletividade da corporação a responsabilidade por desvios de conduta de uma parcela de seus integrantes.

O COMAM e a Companhia de Polícia de Proteção Ambiental – C.O.P.P.A. – têm mantido excelentes relações nos últimos anos. A C.O.P.P.A. é um braço da PM que o COMAM está lutando, junto com o vereador Tagner (PT), para trazer para Camaçari. Sempre deixamos clara nossa admiração e profunda gratidão por esse Corpo de PMs que age com base na inteligência e em informações para proteger o meio ambiente. Foi a Polícia Ambiental, comandada pelo Major PM Amílton, que acabou com o roubo de areia das dunas em escala industrial que aconteceu durante décadas em Jauá. Em três operações certeiras, a C.O.P.P.A. prendeu o chefe da quadrilha, homem que enriqueceu à custa da depredação das dunas. Ele está sendo processado por seus crimes pela Polícia Federal.

Tampouco nos referimos ao atual comandante da 59ª CIPM: o Major Presa, oficial sério, dedicado ao seu ofício, e que está ao lado da comunidade. E muito menos fizemos menção ao Coronel Pedro Cézar Archanjo, atual chefe da Superintendência de Ordenamento e Fiscalização da SEDUR, que se desdobra na árdua, difícil, tarefa de defender o meio ambiente do município.

Reiteramos nossas desculpas pelo mal-entendido.

Ana Maria Mandim, presidente do COMAM

(71) 99670-1617 amandim.comam@gmail.com / amandim@uol.com.br

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